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· Informação de Estrada de Ferro Madeira, conhecida como a Ferrovia do Diabo - Mamoré ·
 
 

Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (A ferrovia do Diabo)

A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré é uma ferrovia construída entre 1907 e 1912 para ligar Porto Velho a Guajará-Mirim, no atual estado de Rondônia.

Ficou conhecida à época como a "Ferrovia do Diabo" devido às milhares de mortes de trabalhadores ocorridas durante a sua construção devido às doenças tropicais, complementar à lenda de que sob cada um de seus dormentes existia um cadáver.

HISTORIA

A primeira tentativa de construção de uma ferrovia na região foi datada em 1872, sem sucesso devido às grandes dificuldades da execução da obra civil, como várias mortes por doenças tropicais, principalmente a malária, endêmica na região.

A Madeira-Mamoré Railway Co.

Posteriormente, no contexto do ciclo da borracha e da Questão do Acre, por efeito da assinatura do Tratado de Petrópolis (1903), com a Bolívia, que conferiu ao Brasil a posse deste último, iniciou-se a implantação da Madeira-Mamoré Railway. O seu objetivo principal era vencer o trecho encachoeirado do rio Madeira para facilitar o escoamento da borracha boliviana e brasileira, além de outras mercadorias, para um trecho onde a mesma pudesse ser embarcada para exportação, no caso em Porto Velho, de onde as mercadorias seguiam por via fluvial até ao rio Amazonas. Anteriormente, esses produtos eram transportados com precariedade em canoas indígenas, sendo obrigatória a transposição das cachoeiras no percurso.

Em agosto de 1907 a ferrovia em construção foi encampada pelo magnata estadunidense Percival Farquhar.

A história desta ferrovia faz parte do Patrimônio Histórico Nacional Brasileiro e é também a História e Patrimônio dos construtores Americanos, Ingleses, Chineses, Espanhóis, Dinamarqueses, Caribenhos, Italianos e Alemães entre outras nacionalidades. Aproximadamente 6.000 destes trabalhadores morreram de forma trágica nas frentes de trabalhos da Madeira-Mamoré: naufrágios, mortes por flechadas de índios, afogamentos, picadas de animais silvestres, e outras doenças como: malaria, febre amarela, febre tifóide, tuberculose, beribéri, e outras que ocasionaram estas perdas.

A Madeira-Mamoré representa também a memória viva para esses trabalhadores e seus descendentes que ainda residem principalmente nas cidades de Porto Velho e Guajará-Mirim no Estado de Rondônia.
A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré é uma das últimas linhas de trem a vapor no Brasil e a única na Amazônia.

O último trecho da ferrovia foi finalmente inaugurado em 30 de abril de 1912, ocasião em que se registrou a chegada da primeira composição à cidade de Guajará-Mirim, fundada nessa mesma data.

O século XX: decadência e crise

Na década de 1930, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré foi parcialmente desativada, voltando a operar plenamente alguns anos depois, vindo a ser devolvida ao Governo Federal. Em 1957, quando ainda registrava um intenso tráfego de passageiros e cargas, a ferrovia integrava as dezoito empresas constituintes da Rede Ferroviária Federal.
Em 1966, depois de 54 anos de atividades, praticamente acumulando prejuízos durante todo esse tempo, o Presidente da República, Humberto de Alencar Castelo Branco, em 25 de maio de 1966, determina a erradicação da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré que seria substituída por uma rodovia, atual rodovia BR-364 que liga Porto Velho à Guajará-Mirim. Em 1972 a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré foi desativada até que em 10 de julho de 1972, as máquinas apitaram pela última vez e, a partir daí, o abandono foi total até, que em 1979, o acervo começou a ser vendido como sucata para uma siderúrgica de Mogi das Cruzes, em São Paulo.
Voltou a operar em 1981 num trecho de apenas 7 quilômetros dos 366 km do percurso original, apenas para fins turísticos, sendo novamente paralisada por completo em 2000. Atualmente está totalmente abandonada pelos poderes constituídos, sendo que ultimamente serve de abrigo a pedintes.

COMO CHEGAR

Via Aérea
Aeroporto Jorge Teixeira de Porto Velho
Companhias que operam vôos regulares: Tam, Gol, Ocean Air

Via Fluvial
Desde o porto de Manaus até o porto de Porto Velho. A viagem dura aproximadamente 3 dias dependendo da época.


 

 

 

 

 

 

 
 
 
     
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Atualização, Novembro 2014